quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Indicação de Filme..."As Melhores coisas do mundo"



Bom... acredito que todo mundo sabe que adoro cinema, mas o melhor mesmo é filme nacional, acredito que o cinema brasileiro vem ganhando seu espaço e tomando nossas telas...mas isso eh a um enorme longo prazo! Há quem diga que existe brasileiro que odeia filme nacional...é como diz o ditado "Santo de casa não obra milagres" o melhor mesmo é financiar HOLLYWOOD enquanto eles enrricam nos vendendo o bom e velho enlatado...Prefiro ver as produções brasileiras, mas não to aqui para criticar os gostos cinematograficos de ninguem, cada um com seu Cinema...
O filme que venho abordar é um filme da Laís Bodanzky baseado na obra "Mano" de Gilberto Dimenstein e Heloisa Prieto, a obra aborda o cotidiano de adolescentes de uma escola de classe média em São Paulo tendo como personagem pricipal o Hermano (mano) interpretado pelo ator Francisco Miguez que por sinal consegue tomar todas as atenção entre um super elenco entre Denise Fraga, Paulo Filhena, Caio Blat, Gustavo Machado e o Fiuk...Gostei muito da ideia do filme e a partir daí saiu um ótimo roteiro a trama trabalha temas como o Bulling nas escolas, diversidade sexual, formação politica na adolescencia e musica, muita musica tudo girando em uma unica esfera a camera consegue mostra os diversos contextos de um adolescente: Escola, familia, solidão sonhos e duvidas um bom filme a ser debatido...
O filme é ilustrado pela dificuldade de cada adolescente o auto conhecimento e faz um pararelo com os problemas gerados pela não superação dessa dificuldade e a nescessidade de se adquirir amadurecimento. O desfecho acaba bonito, são muitas aventuras juvenis acompanhados de solos de violão e guitarras...
Bom eu gostei muito do filme, ja está nas locadoras e espero discutir com voces sobre ele não vou falar tudo porque se não perde a graça!
Boa Sessão!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Feliz ano novo...


Nossa...percebeu como o ano passou rápido? tantos acontecimentos um em seguida do outro, parece que 2011 quis chegar mais rápido...Quem sabe não é um presságio? é! acredito que esse ano trará muitas coisas boas, muitas novidades ótimas.
Para começo de conversa ele começou bem, cheio de planos de idéias renovadas, sem aquelas aventuras mirabolantes e sem problemas. Esse é um ano que aguardei bastante acredito que até que em fim ele trará todas as respostas, contemplará todos os anseios e quem sabe os sonhos, as metas...
Essa cadeia de dias que constituem os meses e esses meses que formam os anos nos faz mudar a cada dia 31 de Dezembro, vestimos branco...todo mundo é amigo...isso e aquilo, interessante...mas porque mudamos apenas em um único dia? essa fase de vida boa de que todo mundo vai mudar não passa de uma semana! Segunda começa dieta, começa a ler aquele livro novo, viajem, roupas novas, praia...no fim acaba sendo coisas demais pra um começo de ano.
Uma coisa de cada vez...mas antes de tudo quero me livrar totalmente de 2010 e levar para esses novos dias apenas os amigos, os de verdade...e guardar numa caixinha as fotografias das boas lembranças!
Não precisamos sempre nascer a cada ano, mas a cada dia, a cada segundo, temos o poder de parar tudo e começar tudo outra vez, mesmo em meio os maiores problemas podemos nascer de novo...
Feliz Ano Novo pra todos voces!

sábado, 28 de agosto de 2010

Entre Beijos e Rosas


O mesmo pessoal, o mesmo cenário e aquela sensação de alivio... essa foi uma das tão esperadas comemorações , o clima era perfeito...meia luz...bebidas...as peruanas e as loiras, do jeito que todo mundo queria, lembro-me que nesse dia estava a comprovar se realmente a lua de qualquer lugar que você esteja é sempre menor que seu dedo polegar, aquilo tudo foi um sonho, suspiros, calafrios de paixão...de amor, fazia muito tempo que meus lábios não voltavam a tocar aqueles lábios novamente, viajei em mim, viajei nela. Aquele dia parecia um marco um momento de passagem para uma nova vida a artir de então todos os companheiros presentes mudariam os destinos de sua vida.

Lembro-me das rosas vermelhas, com suas pétalas leves e macias que acariciavam meu rosto, lembro do gosto do vinho tinto, doce que lembrava sacanagem (rsrsrs), o espaço físico não tinha nenhuma característica, nenhuma identidade, surreal, um não lugar, o mesmo não lugar da festa do baile dos oficiais...adormeci...

A Descida do avião


Esse foi o momento mais esperado por nós todos, mesmo tendo perdido a guerra voltamos como vitoriosos, meus olhos lacrimejavam ao pensar que estava em casa, esperava abrir a porta e estar todos a me esperar na sala, mas para minha surpresa estavam lá no aeroporto inclusive ela, quem eu deixei a me esperar antes de ir pra guerra, a felicidade é uma só, festas, comemorações e por aí vai, o que eu queria mesmo era esquecer todas aquelas cenas da minha vida, mas não teve um dia se quer que me lembrasse daquele frio, do barulho dos tiros de artilharia, da tensão e dos verdadeiros amigos que fiz em campo de batalha, nem um dia se quer.

Confesso que fiquei surpreso ao saber que tinha alguém a me esperar alguém que sempre sonhou por esse esperado momento a minha descida do avião, assim achava eu que realmente fosse assim, mas como não existe nada tão ruim que possa ser piorado partir para novas batalha seguintes.

Alivio Imediato


“Que a chuva caia como uma nuvem um dilúvio um delírio, que a chuva traga alivio imediato...”espera a cada momento isso, o alivio, o fim, percebia que a guerra já tinha acabado, o que me matava eram essas questões diplomáticas, eu estava realmente arrasado, queria o descanso físico e mental, meus olhos estavam pesados devido as noites de sentinela, meu corpo sujo, meu estomago precisava de alimento, mas em fim dava graças a Deus por estar vivo...

Outro fator que me assombrava era a saudade que no momento se tornará companheira, o alivio imediato pra mim seria a descida do avião e pisar em solo pátrio como um vencedor um guerreiro que lutou e voltou, queria abraços calorosos, queria meu povo comigo para sempre, minhas antigas amizades, minhas antigas coisas...ainda tive de passar uma boa temporada longe casa, nem carta nem sinal de vida, NADA.

Então foi aí que ao ver que não valia a pena morrer e nadar na praia, conseguimos voltar para casa, um comboio veio nos buscar e a partir daí começavam os dias de glória.

A Pistola Pessoal


Meu exercito estava em baixa, lutava quase que sozinho em um determinado dia pela manhã sentia que estava indo para última batalha, estava querendo o fim daquilo... A caminho do vale da sombra da morte distribui para os meus soldados as últimas munições que me restavam, a ordem era alar baionetas, pois agora o combate era corporal, era hora de ver a cara do inimigo e lutar olho no olho, com a faca entre os dentes a luta foi semelhante a dos Comandos, por fim tomei uma decisão, resolvi lutar só...Aquela guerra era minha, o combate foi um dos mais exaltantes possíveis, no fim fui acometido por uma perfuração de uma faca de trincheira nas costas, um corte profundo que tomava e congelava meu corpo lentamente.

Sabia que não adiantava mais lutar, insistir no erro era burrice e o pior pra mim seria morrer em combate a traição, antes de isso acontecer me recolhi na base e em um ato diplomático coloquei os poucos soldados que restavam em forma e ali demos o último Brado de fora de forma! Após isso entreguei ao inimigo a minha pistola pessoal, em guerras uma das formas de um exercito se render é o comandante ou o soldado de mais alta patente entregar ao inimigo, sua arma pessoal, um ato de bravura e de honra... foi isso que fiz a meta era evitar mais baixas...

As Guerras da guerra


Após conviver com aquela sensação de que o mundo tinha acabado ou que minha vida tivesse no fim, decidi realmente usar de outros recursos para por um fim nisso tudo ações que nas regras da guerra era uma atitude traiçoeira, mas pra mim nada mais importava o que queria era acabar com isso tudo, já estava passando da hora não adiantava esperar as coisas caírem do céu, o meu exercito tinhas baixas a cada dia, mas me segurava em cada soldado que lutava ao meu lado até o fim.
As experiências que sem tem em guerra são as mais difíceis possíveis e o pior que lá é o pior, pois como dizia o ditado o pior é na guerra, segui num jogo de ataques e contra ataques a cada ação minha vinha uma reação que me derrubava ainda mais, nem sabia como sair, a cada fim de dia preparava as estratégias de ataque sempre utilizava o efeito surpresa.
Nunca consegui entender eu sempre tive experiência em treinamentos ou situações semelhantes e o meu inimigo sempre conseguia me abater atentando para o fato de que suas experiências não eram tão válidas.
Por volta do quarto dia meu corpo já dizia que não dava mais pra continuar e nem minha mente, era um alvo fácil queria sempre achar uma saída não tinha vantagem pra eu continuar levando isso.
Ao meu ver o fim disso tudo seria a eliminação do inimigo por um basta e voltar pra casa, voltar para o lugar de onde nunca deveria ter saído no aconchego do meu lar, estava longe de casa, longe de tudo, longe de mim, após várias e várias estratégias por alguns momentos comemorei a minha vitória, mas a vingança é um prato que se come frio, e o um opressor aguardava ansiosamente minha derrota, busquei todos os tipos de ajuda, todos os santos, mas a única coisa que Deus me deu foi a conformação e o apoio para seguir em frente, para levantar a cabeça e dar a volta por cima, mesmo estando incompleto mesmo assim quis voltar pra casa, mas queria a qualquer custo estar e mim de novo.
As guerras só nos causam dor, é mesmo como diz na Canção do Exercito, naquele momento esperava e pagava a qualquer custo por um momento de paz.